quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Colóquio Internacional CORPO PINTURA COR FRONTEIRA

          
             

    O Colóquio Internacional CORPO PINTURA COR FRONTEIRA propõe discutir a pintura na atualidade, suas possibilidades e procedimentos sob um olhar que considere a complexidade interdisciplinar da arte, dos artistas e das obras. Partindo da premissa que a pintura é um meio em constante expansão, nesse colóquio privilegiamos a cor, em suas potencialidades conceituais e simbólicas, como o elemento convergente das diversas narrativas que constituem a complexa tessitura do campo pictórico, bem como das experiências vividas.

Face a um cenário de rupturas e declínios, como podemos pensar os desafios da pintura na contemporaneidade? Pensar, dialogar e vislumbrar. Eis as nossas proposições para abordar CORPO PINTURA COR FRONTEIRA, palavras deslizadoras e proliferantes, que permitem articular o fazer artístico com as urgências de nosso tempo e espaço. As ambivalências do corpo - corpo de carne, corpo de obras, corpo da pintura, corpo da tinta e tantos outros - tornam-se mais provocadoras quando pensamos também em suas fronteiras. Como a pintura contemporânea se mantém ciente das questões do nosso tempo, podemos nos perguntar: como ela se relaciona mais amplamente com as geografias expandidas, as diversas tecnologias e mídias? Quais as implicações de um corpo/fronteira, um corpo/limite, um corpo/discurso, um corpo/cor, um corpo/matéria?

O colóquio é organizado em colaboração entre a Universidade Federal de Uberlândia, a Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais e da Université Bordeaux Montagne ocorrerá nos dias 06, 07 e 08 dezembro de 2021 em plataforma virtual.


 

sábado, 16 de outubro de 2021

Exposição Poéticas da Memória - “Mão na Massa: experiências [re]significativas – II Congresso Internacional Online entre Arte, Cultura e Educação – Reconexões da Abordagem Triangular no Ensino de Artes”, da Universidade Federal de Goiás.

 Abertura do Congresso será dia 19/10/2021 a partir das 14h30


“Poéticas da memória” é uma exposição virtual, de dezoito membros e convidados do Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino, da Universidade Federal de Uberlândia – com curadoria de Roberta Melo e Elsieni Coelho – é parte do evento “Mão na Massa: experiências [re]significativas – II Congresso Internacional Online entre Arte, Cultura e Educação – Reconexões da Abordagem Triangular no Ensino de Artes”, da Universidade Federal de Goiás. 

A temática memória está presente em tudo e em todos. A memória não é só o que pensamos, imaginamos ou construímos socialmente, mas também as experiências vivenciadas no passado e transformadas no presente. Ela pode fazer parte das vivências mais diversas possíveis e podem emergir de experiências múltiplas de tempo e espaço. As imagens do presente formadas em cada indivíduo são mediadas pelas imagens sempre presentes do corpo de cada um, conexão estabelecida entre imagem do corpo e ação. O que podemos perceber em nós a partir das imagens que evocamos? 

Na contemporaneidade quando trabalhamos com a ideia de circularidade e não de tempo cronológico, impõe-se atemporalidade e o risco da superficialidade, no existir aqui e agora, que afeta noção de história, memória, pertencimento, sendo fonte de produção e resistência de muitos artistas. 

Como cada artista pensa, trabalha e representa visualmente tendo a memória como fonte do processo de criação é o que essa exposição proporcionará aos espectadores.

Visite a exposição e acesse os materiais de apoio através do link:


 

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

"Cidades Oxidadas": exposição de Rosemário Souza na Sala NUPPE

 A Sala NUPPE, na Casa da Cultura de Uberlândia, recebe, de 02/08 a 22/10 a exposição individual de Rosemário Souza intitulada "Cidades Oxidadas". 

As visitações presenciais estão liberadas, dentro dos protocolos sanitários vigentes nos espaços públicos da cidade.

A curadoria é de Aninha Duarte e Sérgio Rodrigues.

Confira abaixo o convite com texto crítico dos curadores, bem como imagens de algumas obras em exposição: 















"Resistir - Existir" - Exposição de Vânia Armada no Espaço Cultural ITV

 A exposição "Resistir- Existir", da artista Vânia Armada, acontece no Espaço Cultural ITV com organização e curadoria de Aninha Duarte.  O período de visitação é de 01/08 a 15/09/2021, dentro dos protocolos sanitários vigentes em Uberlândia.

A mostra é fruto de uma parceria entre ITV Urbanismo e NUPPE, que alcança o marco de 26 exposições.

Confira abaixo o convite e texto crítico sobre o conjunto de obras de Armada, bem como algumas imagens da exposição e respectivos trabalhos.









quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Exposições de pesquisadores do NUPPE

 Após um longo período de suspensão das visitações presenciais, os espaços expositivos de Uberlândia reabriram à presença do público (mantendo-se as medidas preventivas), e no mês de agosto tem como artistas expositores dois pesquisadores do NUPPE em locais distintos: Alexandre França e Rodrigo Freitas.

Abaixo, os convites das exposições:

ALEXANDRE FRANÇA

 "Uberlândia: Cores da Cidade, Cores das Culturas"


RODRIGO FREITAS

 "À Flor da Pele"



terça-feira, 18 de maio de 2021

Exposição "MOI NOUS ELLES / Les Nouvelles Chimères "Post Confinium"

    
    Entre 18 e 31 de maio de 2021, acontece no Espace Saint Rémi, na cidade de Bordeaux, França, a exposição coletiva "MOI NOUS ELLES / Les Nouvelles Chimères "Post Confinium", com participação de 07 artistas do NUPPE: Ana Rita Ferreira, Aninha Duarte, Camila Rodrigues, Carmen Nolorve, Elsieni Coelho, Flaviane Malaquias e Roberta Melo.

    Para maiores informações, clique aqui.

sexta-feira, 5 de março de 2021

Mesa-redonda: Moi, Nous, Elles/Les Nouvelles Chimères « Post-Confinium »

(Mesa-redonda com participação de pesquisadoras do NUPPE)


Dia 08 março de 2021, às 09:00 Madrid.

Local : Instituto Cervantes de Bordeaux.

            (57 Cours de l’Intendance – 33000 Bordeaux)


Acesso pela Plataforma Zoom.



ID de reunião: 983 3643 5168

Código de acesso: 101439


Moi, Nous, Elles/Les Nouvelles Chimères « Post-Confinium »

A quimera é rica de significados. Evocada em diferentes contextos, ela torna-se uma figura mutante, que se transforma em outras formas e migra em direção a outros termos.  O termo que descreve toda criatura como um conglomerado de animais diferentes, pode também designar uma ilusão ou um sonho irrealizável. Pode ser uma ideia vã que não é um produto da imaginação ou ficção poética. Nós podemos dizer que a quimera não é literal e todas as quimeras não são míticas.

Na primeira edição de Moi, Nous, Elles, a quimera revelou-se um híbrido e mutante da identidade com uma definição impossível de determinar em um único sentido, pois escapou de forma evasiva às definições que podiam ser dadas, ampliando seu significado até se tornar em todo um projeto de diferentes interpretações realizadas pelos artistas e suas obras. O que nos leva a uma nova configuração da quimera.

Na sua segunda edição, Connectif Plateforme Créative prossegue esta procura de sentido da quimera para uma abertura das suas dimensões que, associada ao processo criativo do artista, revelará uma nova figura, emergindo uma criatura híbrida e uma nova forma de mitologia.

Como perceber nessas três dimensões as descontinuidades e rupturas que estruturam nossa vida atual à luz ? Como seremos capazes de enfrentar a situação quimérica que vira nosso estilo de vida de cabeça para baixo e continua a deixar sua marca na mente e na imaginação ? Como agir diante de um monstro invisível que devemos contrabalancear com a distância e o desaparecimento de todas as formas de proximidade ?

Não é o surgimento de uma nova quimera que nasce do medo recentemente implantado para nos impedir de cruzar as fronteiras do acesso à alteridade ? As novas quimeras em « Pós-confinum » traduzem-se no desejo de captar uma beleza invisível, de revelar um processo de criação definido por um lado como uma criatura híbrida com todas as suas ramificações e por outro como uma ilusão  para a qual enfrenta o visualizador. Este último será capaz de conceber sua própria quimera em sua tentativa de se conectar com a complexidade do processo criativo ?

As novas quimeras, para além das fronteiras, para além da proximidade, envolvem-se na arte para evidenciar algo que não podemos ver a olho nu, uma certa beleza que nos escapa, que é inexprimível da realidade.

Ao usar a quimera como metáfora organizadora desta exposição, os artistas nos convidam a questionar o que é realmente uma quimera no contexto atual, a perceber seus significados tonais e a revelar uma nova mitologia ao espectador. A quimera contemporânea.

A Mesa Redonda: La deuxième S/cène « Post confinium »

Para alargar a discussão sobre as novas quimeras em estado « Post confinium », o  Connectif Plateforme Créative deseja reunir em torno de uma segunda cena «S/Cène », artistas, sociólogos, acadêmicos, etc. para uma reflexão e partilha. As propostas vão girar em torno do tema previamente anunciado, porém não é restritivo. Elas podem assumir diferentes formas, tais como :

Videoconferência, depoimentos, práticas artísticas, comunicações, etc.

Moi, Nous, Elles/Les Nouvelles Chimères « Post-Confinium » e o segunda cena S/Cène fazem parte da Semana dos Direitos da Mulher na cidade de Bordeaux. O projeto tem o apoio da Instituto Cervantes de Bordeaux e Madrid, Laboratoire MICA (Médiations, Informations, Communication, Arts) Université Bordeaux Montaigne, NUPPE,  da Prefeitura de Bordeaux, Bordeaux Metrópole.

Os trabalhos serão apresentados em Francês/Espanhol. A duração prevista de cada intervenção é de 10 a 15 minutos possibilitando discussão pós comunicação.